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DoSax é uma obra baseada no livro O SAXOFONE PEDAGÓGICO/THE EDUCATIONAL SAXOPHONE/LE SAXOPHONE PÉDAGOGIQUE, onde através de uma nova abordagem são “citadas” algumas das lições presentes neste livro.

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DoSax is a piece based on the book O SAXOFONE PEDAGÓGICO/THE EDUCATIONAL SAXOPHONE/LE SAXOPHONE PÉDAGOGIQUE, where through a new approach some of the lessons in this book are “quoted”.

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“Áth Dara”, é uma obra descritiva inspirada no folclore Irlandês, que retrata a primeira batalha de que há registo, realizada nesta região durante o Séc.V. Obra dedicada a João Pedro Silva.

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“Áth Dara”, is a work inspired by Irish folklore, which portrays the first battle held in this region during the 5th century. Work dedicated to João Pedro Silva.

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Esta obra consiste numa série de solos para saxofone. Existem diversas particularidades que devem ser tomadas em conta. Cada um dos solos pode ser tocado independentemente de qualquer outro, sendo assim possível tocar apenas alguns dos solos, e por qualquer ordem. Podem também ser interpretados em qualquer um dos saxofones e/ou, atribuir um saxofone a cada um dos solos. Os solos podem ser repetidos, eventualmente em saxofones diferentes.

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This work consists in a serie of saxophone solos. There are several characteristics that must be taken into account. Each of the solos can be played independently of any other, making it possible to play only some of the solos, in any order. They can also be interpreted with any saxophone, or/and, assign a saxophone to each solo. Solos can be repeated, possibly in different saxophones.

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Obra constituída por três andamentos, marcada por diversos acontecimentos à volta de um tema único. “The Beginning” é a introdução do tema principal, num carácter lento e descontraído. O segundo momento da obra , “The Rough” é o verdadeiro primeiro andamento. Assim após se iniciar com características mais rudes, o tema apresentado no início da obra volta a aparecer, mas desta vez numa forma completamente diferente associada à vivacidade e rigidez deste andamento. O segundo andamento inicia-se com “Heterophony” e esta forma de tratar o material, para além de contrastante com a restante obra, dá nome ao andamento. O terceiro andamento “Hoquetus” está escrito num compasso 7/8 com divisão irregular, com o intuito de criar diferentes situações rítmicas e harmónicas que possam eventualmente confundir o ouvinte. No entanto o tema é o original, bastante simples e objectivo, estando este distribuído pelos diversos instrumentos. Embora mais saliente neste andamento, é esta a principal característica que percorre transversalmente toda a obra. É de certa forma, reminescente de uma técnica dos primórdios da polifonia, o hoquetus. O último gesto desta obra é o resumo de toda a vivacidade anterior, uma subida frenética que acaba num fortíssimo que logo de seguida diminui até desaparecer por completo.

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This is a piece in three movements, marked by several events around a single theme. “The Beginning” is the introduction of the main theme, with a slow and relaxed nature. The first movement, “The Rough“, starts with a coarser nature, the main theme presented earlier reappears, but this time in a completely different way associated to the liveliness and stiffness of this movement. The second movement “Heterophony”, starts with this way of treating the material, as well as contrasting with the remaining movements. The third movement “Hoquetus” is written in a 7/8 bar with irregular divisions, in order to create different rhythmic and harmonic results which may confuse the listener. However the theme is the original, very simple and objective, and distributed by all instruments. Although most salient in this movement, is the main idea present in the entire piece, somewhat reminiscent of a early polyphony technique, the hoquetus. The piece finishes with the summary of all previous liveliness, a frantic climb that ends in a very strong moment that decreases until it disappears.

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Quando Erik Satie trabalhava como pianista do Chat Noir, um dos clientes habituais deste cabaré de Montmartre era o famoso humorista Alphonse Allais. Este último, numa das suas apresentações apelidou o primeiro de “Esotérik Satie”, esta alcunha não podia descrever melhor o compositor. Esta obra segue uma linha condutora que “tenta” de certa forma, retratar um pouco o esoterismo próprio de grande parte da música de Erik Satie.

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When Erik Satie was a pianist in Chat Noir, one of the regular clients in this cabaret in Montmartre was the famous humorist Alphonse Allais. Alphonse Allais in one of his performances, dubbed the first, ”Esotérik Satie”, this nickname could not better describe the composer. This piece follows a line that “tries” to show some of the esoteric language present in Erik Satie’s music.

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“Musala”, é uma obra num só andamento, maioritariamente inspirada no folclore oriundo da zona das Balcãs. Faz parte desta uma “Cadenza”, que explora um conceito objetivo de “obra aberta”, onde o interprete deverá criar a sua própria música, indo de encontro ao carácter e estilo da obra. Escrita com o intuito de ser estreada no festival saxoporto 2013, oferecida à Banda Sinfónica Portuguesa (BSP), e dedicada a João Pedro Silva.

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“Musala”, is a work in one movement, mostly inspired by the folklore from Balkans. There is a “Cadenza” which explores a “open music” concept, where the interpreter should create your own music, based in the character and style of the work. This work was written in order to be premiered at the festival saxoporto 2013 offered to Banda Sinfónica Portuguesa (BSP), and dedicated to João Pedro Silva.