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A obra “Azul Vivaz” foi escrita por solicitação da PwC Portugal, no âmbito dos Prémios Excellens Mare, com o objetivo de sublinhar o mérito de todas as pessoas e entidades que contribuem para a valorização do mar através da preservação ambiental. Quando penso no mar, penso na minha cidade natal, cidade de Tavira, no Algarve, sendo esta abençoada por este gigante, “o mar, o oceano, o azul, o horizonte”. A minha ligação ao mar é inevitável, é muito grande, pois desde sempre o contemplei e dele usufruí. Descrever tal imensidão não é uma tarefa fácil, e juntando ainda as minhas recordações, a minha vivência, a minha total ligação ao mar, torna tudo muito mais difícil. Assim resolvi concentrar-me numa dualidade óbvia. Dois polos, que traduzem dois “estados de espírito” meus, ou do mar, e viajar nessa dualidade, que mais tarde ou mais cedo, de forma cíclica regressa ao início, apelando à regeneração e à preservação ambiental. Do título da obra “Azul” : a calma, a paz, a serenidade, os temas mais lentos, mais românticos, mais apaixonados, a beleza do mar quando calmo e sereno, o horizonte azul. “Vivaz” : a força, a imponência, o respeito, os temas mais vigorosos, mais rítmicos, os ostinatos incessantes como que uma maré, o gigante vivaz. Foram estes dois polos o principal veículo para a composição desta obra. Polos opostos que inevitavelmente se tocam numa transversalidade mútua, que faz com que os temas sejam tratados em ambos os contextos, que sejam comuns ao dois polos. Foi desta ideia de “oposição falsa”, juntamente com “outras paixões”, que nasceu na minha consciência a obra “Azul Vivaz”.

https://linoguerreiro.com/2017/04/07/av/

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The work “Vibrant Blue” was written at the request of PwC Portugal, as part of the Excellent Mare Awards, with the aim of underlining the merit of all the individuals and entities that have contributed to the increase in the value of the sea through environmental conservation. When I think of the sea, I think of my birthplace, the city of Tavira in the Algarve, blessed with this giant “the sea, the ocean, the blue, the horizon”. My attachment to the sea is unavoidable, it is considerable, it is so strong, in so far that I have always thought about it. To describe its vastness is not easy and, also adding my memories, my existence, my complete attachment to the sea, makes everything much much more difficult. I therefore decided to concentrate on an obvious duality. Two poles that may be interpreted as two of my, or the sea’s, “states of mind” and follow this duality that, sooner or later, returns to the beginning, calling for regeneration and environmental conservation. Within the title of the work, is “Blue”: calm, peace, serenity; themes that are slower paced, more romantic, passionate, about the beauty of the sea when it is calm and serene, the blue horizon. “Vibrant”: the power, the majesty, the respect; themes that are more vigorous, rhythmic, forever repeating melodies just as the tides, the vibrant giant. These two poles were the principal inspirations that underlay the composition of this work. Opposite poles that inevitably touch one another within their wider context that ensure that there is an intersection of themes that are common to the two poles. It was from the idea of a “false opposite”, together with “other passions”, that the idea for the work “Vibrant Blue” was born.

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Esta é uma obra que “fala” de uma personagem de nome Maud’Adib, e da sua aventura em terras de mouros e sarracenos, onde é salvo por um Califa que o resgata às portas da morte, levando-o depois para o seu palácio, onde lhe oferece guarida e tudo o mais preciso, até à sua recuperação.

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This piece portrays a story about a man known as Maud’Adib, and his adventure in the land of Moors and Saracens, where he is saved by a Caliph that rescues him from death, leading him to his palace, offering him shelter and everything else needed, until is recovery.

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Trata-se de um trabalho originado a partir de uma melodia que ao início não tem quaisquer características de marcha, sendo o principal desafio tornar a mesma o mais solene possível, de modo a que seja tratada como tal, uma marcha solene para concerto. Em relação ao título da obra, SULIME é uma tradução élfica, de JRR Tolkien, do termo inglês “march”, de significados “Março” ou “marcha”, tendo em conta que o compositor terminou este trabalho no mês de Março.

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This piece starts from a melody that in first place, did not have any solemn characteristics, the main challenge consist in make the same, as solemn as possible, so that the piece is treated as a solemn concert march. Regarding the title of the work “Súlimë” is a Elvish word from the world of JRR Tolkien, that in English means, March, the month, and also march, from marching. The title is the duality of the two meanings because the composer finished this march in the month of March.

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Esta obra nasce de um pequeno tema originalmente escrito para flauta e piano. Este aparece no início da obra como solo de flauta, só voltando a aparecer nos últimos compassos, desta vez tratado como uma fanfarra. A partir desta primeira ideia nascem mais três temas originais com influências da música tradicional Irlandesa. Todos eles juntos, tratados e orquestrados para orquestra de sopros, dão origem a esta obra, sendo o título mais apropriado para esta Suite Irlandesa.

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This piece born’s from a small theme originally written for flute and piano. The theme appears at the beginning as a flute solo, and only reappears in the last bars, this time treated as a fanfare. From this initial idea borns three original songs with influences from traditional Irish Music. All of them together, treated and orchestrated for wind orchestra, give rise to this piece, being the more appropriate title for this Suite Irlandesa, an Irish Suite.

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