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Estão a ver? Conseguem ver esta “foto”? Pois, na realidade não é bem isto!!! Obra baseada num conjunto de ideias soltas, que tentam convergir para algo que não tem necessariamente de ser representativo de uma ideia  preestabelecida.

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Do you see it? Can you see this “picture”? Yeah, it’s actually not quite this!!! Work based on a set of loose ideas, which try to converge into something that doesn’t necessarily have to be representative of a pre-established idea.

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Esta obra assenta em dois pressupostos que se tornaram mais intrínsecos nos últimos anos. Em primeiro lugar, a dicotomia que pode ou não ser gerada quando duas divisões rítmicas permanecem juntas, levando um ouvinte a traduzir preferencialmente apenas uma. Esta possibilidade aponta para o segundo pressuposto, que está directamente ligado ao conceito de “obra aberta”, uma obra que pode sempre existir novamente, de uma forma diferente. Há decisões que são exclusivas do intérprete, e há também os solos improvisados (…) a que muitas vezes chamo “composição em tempo real”.

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This piece is based on two assumptions that have become more intrinsic in recent years. Firstly, the dichotomy that may or may not be generated when two rhythmic divisions remain together, leading a listener to translate preferably only one of these. This possibility points to the second presupposition, which is directly linked to the concept of “open music”, a piece that may always exist again, in a different way. There are decisions that are exclusive to the performer, and there are also improvised solos (…) which I often call “real time composition”.

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